Karl
Heinrich Venturini (1768-1849). Adotou a tese de que Jesus poderia ser
entendido somente se revestisse de carne sua mensagem espiritual. Seus
“milagres” eram somente curas normais e a ressurreição de Lázaro foi de um
coma, não da morte. No Domingo de Ramos, Jesus proclamou a si mesmo como
Messias a fim de tentar destruir a superstição popular, mas seu conluio
fracassou e, em vez disso, ele foi crucificado. Sua obra principal foi
“A
história natural do grande Profeta de Nazaré” (1800-1802).
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