segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

48 - Ecumênismo




Para muitos, o ecumenismo é apenas a reunião de determinadas igrejas cristãs que se toleram em alguns pontos de fé. Para outros, ecumenismo é, de fato, um bonito ideal, mas que nunca será alcançado. Porém, muito mais que a reunião de igrejas, e bem mais que um mero ideal, o ecumenismo é a concretização da prática cristã alicerçada no amor, aquele sentimento que “nunca falha” 1 Cor. 13:8. 
E é bom que seja o amor o maior propulsor da causa ecumênica, pois sem ele, tudo seria como “metal que soa ou sino que tine”, parafraseando mais uma vez o grande apóstolo Paulo. Mas como o amor é chama e, posto que é chama, deve ser sempre alimentado, cuidado, acalentado, iniciativas em prol da promoção desse amor chamado “ecumenismo” são sempre interessantes, e pra lá de bem vindas! 
Mas aí você se pergunta: Como promover o ecumenismo e, de certa forma, espalhar esse amor? Simples, o ecumenismo se concretiza na caridade ao próximo, mesmo que este próximo sequer tenha uma fé; se concretiza nas ações amorosas do cotidiano, no diálogo fraterno com irmãos cristãos e não-cristãos, e também na promoção de ações que levem dignidade à pessoa humana, seja por meio de projetos ou, arrisco dizer, por um simples sorriso de “bom dia”, ou “muito obrigado”, ou “fique na paz”...


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RUBENS, David. Ecumênismohttp://biblicoteologico.blogspot.com.br/2015/01/charles-harold-dodd-escatologia.html. Acesso em: _____________.

sábado, 19 de janeiro de 2013

47 - Leituras no Pentateuco: uma introdução


Leituras no pentateuco. por. david rubens from David Rubens

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RUBENS, David. Leituras no Pentateuco: uma introduçãohttp://biblicoteologico.blogspot.com.br/2015/01/charles-harold-dodd-escatologia.html. Acesso em: _____________.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

46 - Estudos no Livro dos Salmos.

No Caminho com os Salmos. Introdução





No Caminho com os Salmos. Cap. 1.


No Caminho com os Salmos. Cap. 2.


No Caminho com os Salmos. Cap. 3.






No Caminho com os Salmos. Cap. 4.






Estudos no livro dos salmos. cap. 5. david rubens from David Rubens

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RUBENS, David. Estudos no Livro dos Salmos. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/2015/01/charles-harold-dodd-escatologia.html. Acesso em: _____________.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

45 - Milton Schwantes - In Memorian


Livros. milton schwantes. por. david rubens from David Rubens


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RUBENS, David. Milton Schwantes - In Memorianhttp://biblicoteologico.blogspot.com.br/2015/01/charles-harold-dodd-escatologia.html. Acesso em: _____________.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

44 - Morreu o Bíblista Gilberto Gorgulho



Morreu no dia 26 de dezembro, às 6h20, frei Gilberto da Silva Gorgulho, aos 79 anos de idade. O corpo está sendo velado na Igreja São Domingos, na Rua Caiubi, 164, nas Perdizes, São Paulo. O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, preside missa de corpo presente, hoje às 19h00. Amanhã, 27, haverá outra missa às 6h45. Às 8h00 o corpo segue para o Cemitério Santíssimo Sacramento, Avenida Doutor Arnaldo, 1200.
Frade dominicano, nasceu em Cristina - MG, na diocese de Campanha, em 9 de julho de 1933. Frei Gorgulho fez seus estudos de exegese na École Biblique et Archéologique Française de Jérusalem.
Formou gerações no pós-concilio na fidelidade ao espírito da “Dei Verbum”, sempre trabalhando com a exegeta norte-americana Anne Florence (Ana Flora) Anderson. Além de suas muitas publicações, vale lembrar que, junto com Ivo Storniolo e Ana Flora Anderson, Gorgulho coordenou a tradução da Bíblia de Jerusalém para o português.
Lecionou em vários institutos e faculdades de Teologia de São Paulo. Nos últimos anos esteve ligado ao programa de pós-graduação de Ciências da Religião da PUC-SP.
Gorgulho foi um dos colaboradores do cardeal dom Paulo Evaristo Arns, então arcebispo de São Paulo, na assistência aos frades dominicanos presos durante o regime militar.

Fontes: Arquidiocese de São Paulo - O Estado de S. Paulo


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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

43 - A Fé Em Israel


A FÉ EM ISRAEL
  

Introdução
 O pensamento veterotestamentário está centralizado em Deus. Não se envida algum esforço para provar que Deus existe. O Deus do AT é o Deus da experiência e não o da especulação. O hebreu fundamentava sua fé na experiência.

1.                      O Ateísmo no Antigo Testamento
 Ateísmo prático:
Ø     (Não terei que dar contas. Am 3.8). Não uma negação da existência de Deus, e sim a idéia de que Deus não se interessa pelo que fazem os homens.

Ateísmo da vontade:
Ø     (Deus se esqueceu; cobriu o rosto e nada vê. Sl 10.11). Ateísmo não da inteligência mas da vontade.

2.                      A Natureza de Deus
 A prova da existência de Deus não estava no raciocínio do homem, mas na própria atividade de Deus. O fato de Deus é menos importante que o caráter que se lhe percebe.
No AT se pode encontra uma variedade de termos para Deus.

3.                      O Nome de Deus
 Elohim: Vocábulo de forma plural. De si mesmo não implica no reconhecimento e nem exclui mais de um deus. 
Yehovah = Hebraico
Kyrios = Grego
Dominus = Latim
Senhor = Português

Deus não julgou importante que o seu nome fosse preservado. Ninguém pode saber mais do que as consoantes do nome de Deus, YHWH. No AT Yahweh era adorado pelos quenitas antes de ser adorado por Israel. Há provas de uma conexão entre o sogro de Moisés e o os quenitas, e afirma-se que ele era sacerdote.  
 A etimologia não é de decisiva importância para a teologia veterotestamentária, uma vez que não foi a etimologia e sim a experiência que deu sentido ao termo.

4.                      Milagres
 Atividade divina através de acontecimentos naturais:
Ø     Libertação do cativeiro do Egito a mercê do vento e das ondas.
Atividades divinas através de acontecimentos contrários à ordem da natureza:
Ø     A passagem através das muralhas de água do Mar Vermelho, a mobilização do sol no tempo de Josué, Js 10.13.

5.                      Ética
 Os deuses dos gregos e romanos, procedem de um modo condenado nos homens. Já em Israel os que adoravam Yahweh deveriam reproduzir na própria vida o que Yahweh era.

6.                      Natureza
 Deus: serve-se do vento, da tempestade e da peste para levar a cabo o seu desígnio.

7.                      Homens
 Deus emprega os pensamentos e as ações dos homens sem, com isso, torná-los menos humanos. Quando faz do assírio a vara do seu furor (Is 10,5), o assírio não tem consciência do fato, e está simplesmente seguindo o mau peso do seu coração.
A liberdade do homem é mantida, o homem não é um simples boneco. 

8.                      Único
 O livramento de Israel não representa como uma disputa entre Yahweh e os deuses do Egito. Esses desuses são ignorados por insignificantes. Só a vontade de Yahweh se levava, em conta, e o seu poder não sofria contestação. Todas as forças da natureza obedeciam à sua vontade.
Yahweh era o único objeto de culto israelita.

9.                      Universalismo
 Só Yahweh é Deus, todos os outros desuses são não-existentes, e seus ídolos símbolos de irrealidade (Is 44.6,8; 45.5; 18.21,22).

 10.        Antropomorfismo
 Maneira humana de falar.
Deus “a levantar-se de manhã cedo”
Gn. 2.7: Adão
Gn. 2.21: Mulher
Gn. 3.8: Jardim do Éden
Olhar – pés – voz – coração, etc.
Concebe-se, antes, como um puro espírito, capaz de assumir uma forma física, mas sem essa forma física em si mesmo.
  
 11.              Espíritos maus
 Deus se serve deles em proveito dos seus próprios desígnios, da mesma forma como se serve dos objetivos dos homens para promover os seu próprios fins. 

 12.              Pecado
 Experiência purificadora da opressão estrangeira, até que se dispusesse a voltar para Deus.

 13.              A morte e o além
 O homem vivendo nos seus descendentes, extensão da sua personalidade, de modo que ao se doar a terra aos descendentes de Abraão, se podia dizer que era dada a ele. Há traços no AT de uma bem-aventurança imortal noutra existência. 



Bibliografia

ZENGER, Erich. O Deus da Bíblia: Estudo Sobre os Inícios da Fé em Deus no Antigo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1989. p. 53.

FOHRER, Georg. História da Religião de Israel. São Paulo: Academia Cristã, 2007. p. 55.
SHWANTES, Milton. Anotações em aula. São Paulo: Umesp, 2010. O professor Milton nos ensinou que no Antigo Israel os filhos davam seqüência a vida dos pais, era como se os pais se realizassem nos filhos.  


Introdução ao Pentateuco



Pentateuco. prof. david rubens from David Rubens


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RUBENS, David. A Fé Em Israelhttp://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.

42 - Teologia Dialética


TEOLOGIA DIALÉTICA


por

David Rubens




NEO-ORTODOXIA

O termo neo-ortodoxia significa uma “nova ortodoxia”. A neo-ortodoxia não é um sistema único; não é um movimento unificado; não tem um conjunto articulado de fundamentos em comum. Na melhor das hipóteses, pode ser descrito como uma abordagem ou atitude que começou num ambiente comum, porém dentro em breve passou a se expressar de vários modos.

Começou com a crise associada à desilusão que seguiu a Primeira Guerra Mundial, com uma rejeição do escolasticismo protestante, e com uma negação do movimento liberal protestante que tinha ressaltado a acomodação do cristianismo à ciência e à cultura ocidentais, a imanência de Deus e a melhoria progressiva da humanidade.

A primeira reação eficaz contra o liberalismo teológico foi promovida por Karl Barth, que retomando Kiekegaard, denunciou vigorosamente todas as tentativas de amordaçar Palavra de Deus com a razão. Este movimento também foi chamado de “Teologia da crise”, ou ainda “Teologia dialética”, além de “Neo-ortodoxia”.

A nova abordagem metodológica do movimento envolvia o uso do pensamento dialético que remonta ao mundo grego e a Sócrates, pelo uso de perguntas e respostas para derivar o discernimento e a verdade. Foi usado por Abelardo em Sic et Non, e é técnica de colocar os opostos, um contra o outro, na procura da verdade. Para os neo-ortodoxos, os paradoxos da fé devem permanecer exatamente assim, e o método dialético que procura descobrir a verdade no opostos dos paradoxos leva a uma fé verdadeira e dinâmica.


O conceito teológico fundamental do movimento foi aquele do Deus soberano e completamente livre, que é totalmente outro em relação a Sua criação, quanto à forma como ela é controlada, redimida, e como Ele determina revelar-Se a ela. Também que a auto-revelação de Deus, um ato dinâmico da graça, ao qual resposta da humanidade deve ser escutar. Essa revelação é a Palavra de Deus num sentido tríplice. Jesus, como a Palavra que Se fez carne; as Escrituras, que apontam para a Palavra que Se fez carne e o Sermão, que é o veículo para proclamação do Verbo que se fez carne.

A relevância desse movimento foi tirar a Bíblia das mãos dos críticos liberais que procuraram só pela crítica-histórica explicá-las, como também enfatizou a unidade das Escrituras e ajudou a precipitar um novo interesse pela hermenêutica.


PRINCIPAIS NOMES DA TEOLOGIA DIALÉTICA


1)      Karl Barth (1886-1968).

Karl Barth foi uns dos mais destacados teólogos protestantes que já existiu, ele celebrizou-se como criador da teologia dialética do século XX, que ressalta o sentido existencial do cristianismo e o reintegra em sua base bíblica, de doutrina da revelação e da fé. Fez estudo universitários em Berna, Berlim e Tübingen, terminando-os em Marburg.


2)      Friedrich Gogarten (1887 - 1967).

Foi um teólogo alemão ligado a teologia dialética. Pastor luterano numa paróquia em Stenzeldorf, Gogarten passou a ser livre-docente na Universidade de Jena a partir de 1925. Já em 1935, transferiu-se para a Universidade de Göttingen, onde permaneceu até se aposentar.

Para efeitos de análise, pode-se classificar a sua produção acadêmica em duas fases: o primeiro Gogarten (1914-1937), com textos ligados à fase dialética, e o segundo Gogarten (1948-1967), que desenvolve a temática da secularização. O período de silêncio entre as fases (1937-1948) deveu-se a uma enfermidade, “mas também a uma profunda crise existencial decorrente de sua adesão, se bem que passageira, ao nacional-socialismo”.


3)      Emil Brunner (1889-1966).

O teólogo neo-orthodoxo Emil Brunner foi ordenado pela igreja reformada da Suíça e foi professor de Teologia Sistemática na Universidade de Zurique, onde sempre ensinou, exceto por longas turnês de palestras nos Estados Unidos e na Ásia. Ele, junto com Karl Barth, buscou reafirmar os temas centrais da reforma protestante contra o clima predominante de teologia liberal. Apesar de, assim como Barth, tenha sido arrastado por um socialismo religioso na juventude, começou a considerar essa postura como “uma bela ilusão” diante dos horrores da Primeira Guerra Mundial.


4)      Rudolf Bultmann (1884-1976).

Bultmann foi um teólogo alemão. Em 1912, começou a trabalhar como docente na área de Bíblia - Novo Testamento em Marburg; em 1916, tornou-se professor em Breslau; em 1920 foi para Giessen e, em 1921, transferiu-se para Marburg, onde viveu e trabalhou até o final de sua vida.

Ocupou-se com muitos temas da teologia, filologia e arqueologia. Levantou questões importantes que dominaram a discussão teológica do século passado e são relevantes até hoje, como, por exemplo, o problema da demitologização.


5)      Paul Johannes Oskar Tillich (1886-1965). Foi um teólogo alemão e filósofo cristão.

Paul Tillich estudou sucessivamente a filosofia e a teologia em Berlin, Tübingen e Halle, sendo contemporâneo de Karl Barth e Rudolf Bultmann.

Ordenado pastor em 1912, participou da Primeira Guerra Mundial como capelão de guerra. Até 1933, lecionou em Berlin, Marburg, Dresden, Leipzig e Frankfurt, onde sucedeu a Max Scheler em 1929. Tendo perdido sua cátedra por causa de suas posições anti-nazistas, Tillich emigrou para os Estados Unidos em 1933, a convite dos amigos Reinhold e Richard Niebuhr. De 1933 a 1955, foi professor de Teologia Filosófica no Union Theological Seminary e na Columbia University (New York). Depois, lecionou nas universidades de Harvard e de Chicago.


6)      Wolfhart Pannenberg (1928-) Teólogo Alemão.

A parte central da carreira teólogica de Pannenberg foi sua defesa da teologia como uma rigorosa disciplina acadêmica, uma capacidade de interação com a filosofia crítica, a história e as ciências naturais.

Pannenberg é talvez mais conhecido pelo seu livro: Jesus: Deus e Homem, no qual ele constrói uma Cristologia “por baixo”, ou seja, a sua dogmática decorre de uma análise crítica da vida de Jesus de Nazaré. Ele, correspondentemente, rejeita a formulação tradicional da cristologia das “duas naturezas” pontualizada no Concílio de Calcedónia, preferindo ver a pessoa de Cristo à luz da vida de Jesus e de modo particular da sua ressurreição. Este foco sobre a ressurreição de Cristo como a chave da identidade levou Pannenberg a defender a sua historicidade.


7)      Jürgen Moltmann (1926-).

Professor emérito de teologia sistemática na Universidade de Tübingen, na Alemanha, é um dos mais amplamente lido teólogos da segunda metade do século XX.

Após seis meses na guerra, foi feito prisioneiro no campo de concentração de Northon-Camp, na Inglaterra. Ali se encontravam também alguns professores de teologia que ministravam lições aos seus companheiros; dentre eles, Jürgen Moltmann.

Ele recebeu seu doutorado na Universidade de Göttingen, sob a direção de Otto Weber em 1952.


Conclusão

De uma forma geral, a teologia dialética apresenta duas características básicas. Em primeiro lugar, afirma-se que a própria revelação tem estrutura dialética, “na medida em que mantém unidos elementos que se excluem reciprocamente: Deus e homem, eternidade e tempo, revelação e história”. Segundo, os próprios enunciados teológicos devem seguir esta metodologia dialética, exprimindo tanto a posição quanto a negação. O grande exemplo desta metodologia continua sendo o primeiro livro de Karl Barth, intitulado A Carta aos Romanos.


Bibliografia

BARTH, Karl. Introdução à Teologia Evangélica, São Leopoldo, Sinodal, 1996.

BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado, São Leopoldo, Sinodal, 1989.

COSTA, Hermisten Maia Pereira da. Raízes da Teologia Contemporânea, São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2004.

HIGUET, Etienne. Teologia e Modernidade, São Paulo, Fonte Editorial, 2005.

PANNENBERG, Wolfhart. Fé e Realidade, São Paulo, Fonte Editorial, 2004.

TILLICH, Paul. A Era Protestante, São Bernardo do Campo, Ciências da Religião, 1992. ____________. História do Pensamento Cristão, São Paulo, ASTE, 2000.

 ____________. Perspectivas da Teologia Protestante nos séculos XIX e XX, São Paulo, ASTE, 1999.


Prof. David Rubens de Souza

Pindamonhangaba-SP

20 de fevereiro de 2012

Estilo de Normalizar Citação De Acordo com as Normas da ABNT para Trabalhos Acadêmicos.
RUBENS, David. Teologia Dialética. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.



41 - Editora Kerygma






                         
DADOS TÉCNICOS
TÍTULO: Jesus: Modelo de Práxis Social-Cristã
AUTOR: David Rubens
EDIÇÃO: 1
 ANO DE EDIÇÃO: 2011
LOCAL DE EDIÇÃO: São Paulo
TIPO DE SUPORTE: PAPEL
PÁGINAS: 95
EDITORA: Kerygma





                            DADOS TÉCNICOS
ISBN: 978-85-7953-638-0
TÍTULO: No caminho com Deus
AUTOR: David Rubens
EDIÇÃO: 1
 ANO DE EDIÇÃO: 2012
LOCAL DE EDIÇÃO: São Paulo
TIPO DE SUPORTE: PAPEL
PÁGINAS: 85
EDITORA: Kerygma





------------------------------------------------------------------------------------------------------------Para Cadastro:

Jesus: Modelo de Práxis Social-Cristã
David Rubens

editora: Kerygma
ano: 2011
estante: Religião
peso: 360g
cadastrado em: 
descrição: Livro novo lacrado. Nunca foi manuseado. Formato 14X21, 95 pg. Neste livro David Rubens defende que, através de uma reflexão teológica do paradigma de Jesus, será possível identificar qual o papel que a Igreja atual deve desempenhar em relação aos pobres. Em suma, o autor propõe uma teologia para práxis social-cristã.   


No Caminho com Deus
David Rubens

editora: Kerygma
ano: 2012
estante: Religião
peso: 360g
cadastrado em: 
descrição: Livro novo lacrado. Nunca foi manuseado. Formato 14X21, 85 pg. Neste livro David Rubens lembra que uma das coisas mencionadas com mais frequência na Bíblia é “amar uns aos outros”. O autor afirma que somos perfeitos no Senhor quando nos aproximamos com amor, ficando lado a lado uns dos outros, e oramos uns pelos outros. No livro contem uma coletânea de reflexões sobre a vida cristã.


Estilo de Normalizar Citação De Acordo com as Normas da ABNT para Trabalhos Acadêmicos.
RUBENS, David. Editora Kerygma. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.




Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.