quinta-feira, 21 de julho de 2011

27 - Novo Testamento Documento da Fé Cristã


por
David Rubens


INTRODUÇÃO

O Novo Testamento não existia quando começou o cristianismo. Desde o começo somente ao Antigo Testamento é que se atribuía o caráter de Escritura Sagrada. A formação do cânon do Novo Testamento com os seus vinte e sete escritos, todos muito diferentes entre si, foi uma evolução gradual que ocorreu entre o fim do século II e o século IV. O “cânon” não é o resultado de um processo de colecionar mas de um processo de separar certos escritos considerados como normativos de uma massa de outra literatura eclesiástica e herética.

I. PRINCÍPIOS SEGUNDO OS QUAIS SE FEZ A SELEÇÃO

Alguns dos princípios segundo os quais se fez a seleção - tais como autoria direta ou, talvez, somente mediata, dos apóstolos - se evidenciaram como errôneas.
O cânon do Novo testamento é um produto de uma história terre e humana. Não caiu do céu como uma revelação. O impulso por detrás de sua formação, não veio da Igreja, mas de Marcião, que no meio do século II fundou uma contra-igreja. Marcião rejeitava o Antigo Testamento, considerava-o não como a revelação do Deus cristão de amor, mas de outro Deus, um Deus judaico inexoravelmente “justo”.
De acordo com isso Marcião fez sua seleção rigorosa das escrituras cristãs aceitáveis. Seu cânon só tinha onze livros agrupados em duas seções, o Evangelho, uma versão do Evangelho de Lucas e dez cartas do apóstolo Paulo, a quem ele considerava como o mais correto intérprete e transmissor da mensagem evangélica de Jesus. Ambas as seções também foram purgadas de elementos relacionados à infância de Jesus, a religião judaica e outros materiais que contestavam a sua teologia dualista.
A batalha contra essa heresia de Marcião, com o seu dualismo e negação da criação, exerceu um papel importante na formação do Cânon da Igreja.
Muito provavelmente, no fim do século I já havia uma coleção das epístolas de Paulo. Na verdade, uma coleção de dez epístolas paulinas (sem as Epístolas Pastorais) só aparece claramente confirmada em Marcião, por volta do ano 140, mas é bem pouco provável que Marcião tenha sido o primeiro a reunir tais epístolas.
Harnack defende a tese de que Marcião fora o primeiro a promover a idéia de uma nova Sagrada Escritura, bem como de sua divisão em duas partes, e de que a Igreja o seguira em ambos os aspectos.

II. NOVO TESTAMENTO, CORPUS CANÔNICO DAS ESCRITURAS CRISTÃS


Novo Testamento, não era entendido como um título de um livro, mas como uma afirmação teológica, significando tanto a unidade como a diferença entre a revelação de Deus na Antiga Aliança e seu cumprimento em Cristo. O conceito tem suas raízes em 2Co 3.6, onde Paulo aponta a promessa vétero-testamentária de uma nova aliança em Jr 31.31 e coloca lado a lado a aliança “antiga” e a “nova”, coordenando-as ao mesmo tempo uma com a outra.

III. ORIGEM DO TERMO, TESTAMENTO

Na Septuaginta , a palavra hebraica para “aliança” em Jr 38.31 foram traduzida por diathéke, que originalmente significava ordenação, dispensação, e economia de salvação. Em latim, por sua vez, a palavra grega foi traduzida por testamentum. Essa palavra latina não significava a ultima vontade e testamento da pessoa ao morrer, mas era portadora da força do sentido grego. Dessa maneira indiretamente, “AT” e “NT” tornaram-se a designação das duas partes do Cânon Bíblico.

IV. JESUS CRISTO TEMA DO NOVO TESTAMENTO

No Antigo Testamento uma tumultuada sequência de acontecimentos que cobrem um milhar de anos de história, desde o êxodo de Israel do Egito, passando por seus altos e baixos, até a perda de seu próprio Estado independente e a reconstituição da nação judaica depois do exílio.
O tema do Novo Testamento parece espantosamente simplificado. Pode ser reduzido a um só nome, Jesus Cristo.
Todos os personagens que cruzam as páginas do Novo Testamento são importantes somente enquanto aparece à luz ou à sombra de Jesus. Os cristãos das origens não se interessavam pela mera sequência de fatos históricos nem por descrições dos fatos do próprio Jesus. O seu interesse por Jesus e sua história era realmente um interesse por um acontecimento entre Deus e o mundo, do sentido definitivo e salvífico que nele transparecia.

V. DIVISÃO DO NOVO TESTAMENTO

Os escritos como se acham em nossas bíblias podem dividir-se em três grupos:
1ª Livros históricos (os Evangelhos e Atos) = história passada que é a base da fé.
2ª Livros didáticos (as epístolas) = sistema de doutrina cristã válida para todos os tempos.
3ª Livro profético (Apocalipse) = um quadro do futuro e do fim do mundo.
Mas um estudo mais preciso haverá de mostrar que essa divisão simplificada de tempo em três períodos é insustentável. Porque todos os escritos do Novo Testamento refere-se retrospectivamente na fé ao evento de Cristo, bem como todos eles, ainda que de diversas maneiras, referem-se tanto ao presente como ao futuro.


CONCLUSÃO

Que é o Novo Testamento? Ele é o documento original da fé cristã, não no sentido em que o historiador entende este termo. O Novo Testamento é um documento “histórico”, não em sentido arquivístico, mas somente no sentido de ser a proclamação primeira, o apelo original e fundamental à fé. O Novo Testamento expressa as muitas e variadas maneiras e efeitos da fé cristã das origens, de tal modo que envolve o leitor na contínua luta entre fé e conhecimento, na batalha pessoal entre verdade e o erro.


David Rubens de Souza
11-03-2011 às 00h48
Pindamonhangaba-SP


Bibliografia:


BORNKAMM, Günther. Bíblia Novo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003.
BULTMANN, Rudolf. Teologia do Novo Testamento. trad. Ilson Kayser. São Paulo:
Teológica, 2004.
KÜMMEL, Werner Georg. Introdução ao Novo Testamento. Trad. João Paixão, Isabel Fontes Leal Ferreira. 17 ed. São Paulo: Paulinas, 1982.




Estilo de Normalizar Citação De Acordo com as Normas da ABNT para Trabalhos Acadêmicos.

RUBENS, David. Novo Testamento Documento da Fé Cristã. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.

domingo, 17 de julho de 2011

26 - Livro Jesus de David Rubens no estande da Academia Pindamonhangabense de Letras


Realizado em Pinda o 1º Encontro de Academias de Letras do Vale

Pindamonhangaba sediou na sexta-feira (8) e sábado (9), o I Encontro de Academias de Letras do Vale do Paraíba. O evento foi uma iniciativa da APL (Academia Pindamonhangabense de Letras) e contou com o apoio da Prefeitura - por intermédio da Secretaria de Educação e Cultura - e da Santa Casa.
A primeira parte do encontro ocorreu no auditório da Santa Casa (gentilmente cedido pela provedoria), na noite de sexta-feira, com a participação de membros da APL e representantes das seguintes academias: Academia Tauba-teense de Letras, Academia de Letras da Faculdade Anhanguera (Taubaté), Academia Jose-ense de Letras, Academia Valeparaibana de Letras e Artes, Academia Caçapa-vense de Letras, Academia Cachoeirense de Letras, Academia Lorenense de letras, Academia Roseirense de Letras, Academia Jor-danense de Letras, Academia Jacareiense de Letras.
Coube ao acadêmico Fernando Rezende, da APL, anunciar as seguintes autoridades para a composição da mesa: presidente da APL - Elisabete Nogueira da Silva Guimarães (Bete); vice- presidente - Luiz Carlos Loberto (Cacaio); escritora Ruth Guimarães Botelho (palestrante); Fernanda Figueira Morales Borges (representando a vice-prefeita Myriam Alckmin), diretor do do Museu D. Pedro I e Dona Leopoldina - Paulo Tarcízio da Silva Marcondes (representou a Secretaria de Educação e Cultura). Também foram consideradas membros da mesa, Adriana Cybele Ferrari, coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura, representando a Secretaria de Estado da Cultura; Izilda Bernardes, da Assessoria de Comunicação do Estado de São Paulo.
Em sua palestra, a escritora, membro da Academia Paulista de Letras e da Academia Cachoeirense de Letras, Ruth Guimarães Botelho, falou sobre seu primeiro romance, publicado em 1946, "Água Funda", e sobre sua vocação poética. Aos 10 anos, a discípula de Mário de Andrade já publicava seus primeiros poemas.
Concluindo sua palestra, Ruth ressaltou a importância do evento, referindo-se a união de academias de letras e à criação de entidades do gênero por todas as localidades.
Em seguida, houve distribuição de buquês de flores à palestrante e à presidente da APL ; apresentação de números musicais pela violinista Maria Trindade; declamação de poema pela acadêmica Myrthes Mazza Masiero, que representou as academias de Lorena e de São José dos Campos.O evento da sexta-feira teve seu encerramento com o canto do Hino de Pindamonhangaba e coquetel de confraternização.
No sábado
O encontro prosseguiu na manhã de sábado (9), primeiramente no Palacete Visconde da Palmeira, sede do Museu D. Pedro I e Dona Leopoldina, onde cada representante falou sobre as atividades de sua academia. Na oportunidade, ficou a sugestão para que as academias da região fizessem suas reuniões solenes em datas diferente, proporcionando, com isso, a participação de membros de uma academia na sessão solene da outra, reforçando a união das entidades, com benefícios para a cultura e as ações literárias.
O I Encontro de Academias do Vale do Paraíba teve sua fase de conclusão na Biblioteca Municipal Vereador Rômulo Campos D’A-race, no Bosque da Princesa. No local os acadêmicos puderam declamar seus poemas, entre os declamado-res, a presidente da APL, Bete Guimarães e poetisa Rosana Dhale, recentemente premiada co-mo autora e intérprete no V Festipoema (Festival de Poemas de Pindamonhan-gaba). Na biblioteca do Bosque, os participantes do encontro também puderam apreciar e adquirir obras de artesanato e livros de autores pindamonhan-gabenses.
Para a presidente da Academia Pindamonhangabense de Letras, o encontro das academias alcançou o êxito esperado. "Agradeço a todos que participaram e àqueles que nos apoiaram na realização do evento; esperamos contar com mais parceiros em outras empreitadas em favor da cultura e da literatura em especial, representando a nossa Pinda-monhangaba", disse Bete Guimarães.

Fonte: Jornal Tribuna do Norte

Encontro de Academias de Letras em Pinda-SP

Livro Jesus no estande da Academia Pindamonhangabense de Letras












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sábado, 28 de maio de 2011

25 - Jesus: Modelo de Práxis Social-Cristã. David Rubens

Acaba de ser lançado o livro de minha autoria.

Jesus: Modelo de Práxis Social-Cristã.

Sinopse:

Os pobres constituem uma multidão em nosso país e é esta multidão que denuncia as estruturas injustas da sociedade e a omissão dos cristãos. Portanto, qual a responsabilidade da igreja diante desse quadro?
Será possível reconhecer na igreja atual algo da vida evangélica de Jesus com os seus apóstolos no cuidado com os pobres?

DADOS TÉCNICOS:
AUTOR(ES): DAVID RUBENS
EDITORA: KERYGMA
ASSUNTO: RELIGIÃO
ANO DE PUBLICAÇÃO: 2011
EDIÇÃO: 1ª
NÚMERO DE PÁGINAS: 96
PESO: 200
MEDIDAS: 14 x 21 x 1
R$: 15,00

PEDIDOS


EMAIL: editorakerygma@hotmail.com

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

24 - A Arte da Narrativa Bíblica de Robert Alter


À maneira de seu mestre Erich Auerbach, o ponto de partida de Alter, ao analisar a Bíblia, é tão simples quanto ambicioso: longe de servir de adorno a uma obra que seria fundamentalmente teológica, moral e dogmática, os elementos artísticos e narrativos dão forma ao cerne dos livros bíblicos. Afinal, a Bíblia hebraica apresenta-se como uma seqüência de relatos que vão da cosmogonia do Gênese aos tempos históricos dos reinos israelitas. Para o autor, a leitura voltada para a composição literária desse material torna-se a via de acesso privilegiado ao sentido dos relatos bíblicos, em sua trama complexa de ficção, história nacional e teologia.
Dessa perspectiva, Alter examina todas as questões centrais que a narrativa bíblica suscita. Por que esses textos são escritos em prosa, e não em verso? Por que o diálogo é tão onipresente? Quais convenções regem a caracterização dos personagens e das cenas? Os livros bíblicos são obras coesas ou apenas colchas de retalhos contraditórias e compostos a séculos de distância? Sem abstrações ou anacronismos, Alter responde a essas questões por meio de análises surpreendentes de histórias e passagens bíblicas, que assim recobram toda sua vibração e convidam o leitor contemporâneo a revisitar esses textos fundamentais da imaginação ocidental.

Robert Alter
Leciona literatura hebraica e literatura comparada na Universidade da Califórnia em Berkeley. Publicou vários estudos sobre o romance moderno, além de uma biografia de Stendhal. Com A arte da narrativa bíblica deu início a uma série de livros sobre literatura hebraica antiga e moderna.

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RUBENS, David. A Arte da Narrativa Bíblica de Robert Alter. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.

23 - Umberto Eco. Interpretação

Umberto Eco
Nasceu em 1932 em Alessandria, Piemonte, na Itália. Começou a cursar Direito na Universidade de Turim, mas logo decidiu dedicar-se à Filosofia, tendo se doutorado em 1954. Começou a trabalhar como editor de programas culturais na rede estatal italiana de televisão. Foi professor de Comunicação Visual em Florença, de Semiótica em Milão e atualmente é professor na Universidade de Bolonha. Detentor de inúmeros prêmios e títulos, Eco é conhecido como crítico, semiólogo, romancista e articulista. Propôs teorias estéticas e uma avaliação das vanguardas e dos impactos da sociedade globalizada e de informação na cultura humana.



Obra Aberta
Forma e Indeterminação nas Poéticas Contemporâneas

O pensamento de Umberto Eco expressa, mais do qualquer outro, o movimento de desprovincialização da cultura que avassalou a segunda metade do século XX, do qual Obra Aberta: Forma e Indeterminação nas Poéticas Contemporâneas é emblemático desse processo. Seu enfoque revolucionário e atualizador dos problemas da estética, da teoria da informação e da linguagem tornou-se referencial para todos os que se dedicam à reflexão e ao fazer artísticos.




INTERPRETAÇÃO E SUPERINTERPRETAÇÃO

Este livro, acessível e muitas vezes divertido, representa uma contribuição de peso para o debate sobre o sentido textual e será leitura obrigatória para todos os interessados em teoria literária e em questões mais abrangentes levantadas pela interpretação.




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RUBENS, David. Umberto Eco. Interpretação. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.

22 - Poética do Traduzir de Henri Meschonnic




Poética do Traduzir
Colocando-se sempre contra uma ciência da tradução ou da tradutologia, henri meschonnic instala, em poética do traduzir, que a editora perspectiva publica na coleção estudos, a ideia de um laboratório de linguagens, em que se posiciona contra a modéstia e o apagamento, a favor da audácia, da ousadia. um convite ao tradutor, o de inscrever-se no texto traduzido. e a essência de sua crítica à tradução se constitui quer no ritmo, quer na transposição de línguas ou de discursos, e sua proposta passa a ser a descoberta da oralidade no escrito e não apenas no teatro e ainda, muito menos, no explícito da oralidade em si, na razão etnográfica. a crítica das traduções é também para ele uma poética e um trabalho de palimpsesto, confrontando-se inevitavelmente com um pensamento sobre a literatura e a expressão. § contido, polêmico, preciso e extenso, ao mesmo tempo, pensando nas práticas do sagrado, nas questões do divino e nas contingências do presente e do passado, insistindo sempre na noção de historicidade, meschonnic é sensibilidade e agudeza. poeta, ele mesmo, deixa-nos a marca de um trabalho incansável pelo entendimento da poesia, da história do pensamento e de seus impasses.

Henri Meschonnic
Teórico da linguagem, da literatura, da tradução, com uma visão rigorosa e inovadora nesses campos de estudo, Henri Meschonnic, professor de linguística e literatura em Paris VIII, foi um dos fundadores do Centro Experimental de Vincennes e promoveu uma linha de trabalhos desenvolvida como “Disciplinas do Sentido” na Escola Doutoral. Dentre suas maiores contribuições no domínio da tradução, salienta-se a sua versão do Antigo Testamento, que, em seu labor de mestre, converte-se não apenas em um terreno de experimentação, como em uma rica seara de descoberta poética.


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domingo, 3 de abril de 2011

21 - Daniel Marguerat e Raymond Edward Brown


Daniel Marguerat, nascido em 1943, professor de Novo Testamento na Universidade de Lausanne de 1984 a 2008, ex-reitor da faculdade de teologia na mesma universidade, e ex-presidente da Federação das Escolas de Teologia em Genebra, Lausanne, Neuchâtel. Seu trabalho inclui a questão do Jesus da história e da construção da teologia paulina. Reconhecido especialista nas origens do cristianismo e do livro de Atos, ele já publicou vários livros e artigos sobre estes temas.




Raymond Edward Brown (1928-1998) padre americano católico estudioso da Bíblia. Era considerado um especialista sobre a hipotética "comunidade joanina”. Escreveu influentes estudos sobre o nascimento e a morte de Jesus. Brown foi professor emérito da protestante Union Theological Seminary (UTS), em Nova York , onde lecionou por 29 anos. Ele foi o primeiro professor católico romano ter posse lá, onde ganhou uma reputação como um palestrante de qualidade superior.


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RUBENS, David. Daniel Marguerat e Raymond Edward Brown . http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.

sábado, 2 de abril de 2011

20 - James D. G. Dunn (1939): Estudioso britânico do NT


James D. G. Dunn (1939) estudioso britânico do Novo Testamento da tradição Anglicana. Emérito Professor de Teologia na Universidade de Durham. Dunn tem mestrado na Universidade de Glasgow e um doutorado na Universidade de Cambridge. Dunn está associado com a nova perspectiva sobre Paulo. Tendo usado o termo em 1983. É especialista em cristianismo primitivo.


"Quem está interessado no estudo rigoroso do cristianismo primitivo e que não se envolveu com os trabalhos de James D. G. Dunn não está realmente interessado no estudo rigoroso do cristianismo primitivo."



A teologia do apóstolo Paulo

Editora Paulus.










David Rubens

Estilo de Normalizar Citação De Acordo com as Normas da ABNT para Trabalhos Acadêmicos.
RUBENS, David. James D. G. Dunn (1939): Estudioso britânico do NT. http://biblicoteologico.blogspot.com.br/. Acesso em: _____________.



Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.