sexta-feira, 30 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
108 - Vida e Sustentabilidade
Sábado (24/05) estive com o prof. Elian.
Palavras de Elian A. Lucci sobre desigualdade e consumo:
“Vivemos numa sociedade que valoriza as pessoas pelos
objetos que possuem. Ter a posse de determinados bens é uma demonstração de
sucesso, numa sociedade caracterizada pela desigualdade. A própria concepção
de desenvolvimento econômico de um país está associado à capacidade de produzir
e consumir bens materiais e outros serviços. Para fomentar a produção, o
mercado cria hábitos e necessidades de consumo, reduz a vida útil dos produtos
e multiplica as opções por mercadorias e embalagens descartáveis”.
Prof. Elian Alabi Lucci
É diretor da revista Arvo Comunicación, da Universidade de Salamanca,
na Espanha, secretário do conselho editorial dos Cadernos Personalistas do
Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), membro
fundador da Società Internazionale Tommaso d’Aquino (SITA), além de editor da
Revista Ciência Geografia AGB Bauru / CNPQ e autor de livros didáticos.
domingo, 25 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
104 - A Bíblia Judaica e Bíblia Cristã
Introdução
à história da Bíblia
Este livro reúne os conhecimentos
científicos atuais sobre a história da Bíblia: A formação das coleções dos
livros canônicos e apócrifos; a transmissão e tradução de textos da Bíblia; a
interpretação da Bíblia no judaísmo e cristianismo. Estabelece paralelo entre
literatura canônica e apócrifa, o escrito e o oral, a literatura bíblica e os
grupos sociais, tradição e inovação, o judeu e o cristão, tradição bíblica e
tradição greco-romana, exegese dos rabinos e escritores cristãos.
Julho
Trebolle Barrera
Professor de hebraico
e aramaico da Universidade Complutense de Madrid. Ele foi diretor do Instituto de
Ciências Religiosas da mesma universidade e membro do Comitê Internacional da
publicação dos Manuscritos do Mar Morto.
103 - Estudos no Novo Testamento. Daniel Marguerat
Daniel Marguerat (1943-) é professor
emérito da Uiversité de Lausanne, onde ensina Novo Testamento, e membro do
Institut Romand de Sciences Bibliques. Ex-presidente da Federação das
Faculdades de Teologia de Genebra-Lausanne-Neuchâtel. Pastor da Igreja
Reformada.
O
Mistério apócrifo - Introdução a uma literatura desconhecida
Hoje em dia é grande o interesse pela
literatura próxima da Bíblia, constituída de evangelhos, atos dos apóstolos e
apocalipses não incluídos no cânon. O leitor encontra neste livro numerosos
extratos de textos e explicações que mostram o alcance, o interesse e o encanto
dessas narrativas. Esta obra é considerada um clássico no campo de estudos
sobre a literatura, que tem suscitado crescente interesse.
Novo
Testamento - História, escritura e teologia
Esta obra oferece uma visão global dos
problemas históricos e literários levantados pela redação de cada livro do Novo
Testamento: apresenta e sintetiza as aquisições da pesquisa sobre sua escritura
e representa o esforço de reconstruir as condições históricas de produção do
texto de cada um dos livros.
Comentário do Pe. Paiva (Raul Pache de Paiva, SJ), diretor de redação da revista Mensageiro do Coração de Jesus, uma publicação de Edições Loyola.
Comentário do Pe. Paiva (Raul Pache de Paiva, SJ), diretor de redação da revista Mensageiro do Coração de Jesus, uma publicação de Edições Loyola.
Dificilmente um estudioso poderia
lançar-se à tarefa de, sozinho, apresentar o estado atual dos estudos sobre o
N. Por isso temos de nos contentar com obras em diversos especialistas cuidam
dos diferentes tópicos, mesmo com estilos e profundidades desiguais.
Evidentemente, perdem-se também fios condutores, a impressão geral é de
estarmos diante de um mosaico e não de uma pintura mais nítida. Contudo, uma
obra deste tipo, considerando que os AA foram convidados pela mesma pessoa, nos
ajuda mais do que uma pequena multidão de artigos dispersos. Certamente este
lançamento merece uma grata recepção pelos professores e alunos de teologia e
de ciências religiosas. Notemos ainda que os AA ensinam em diferentes escolas
superiores de vários países europeus, sendo alguns católicos e outros não.
Daniel Marguerat, por exemplo, o organizador e o criterioso apresentador de
perpétuo problema sinótico (aliás, mais um a desconsiderar o testemunho de
Papias sobre a Mateus aramaico), ensina na faculdade de teologia de Lausanne,
protestante.
Primeira
história do cristianismo
Ao escrever os Atos dos Apóstolos como
sequência de seu Evangelho, Lucas assinou a primeira história do cristianismo.
Nesta pesquisa, o ponto de vista que prevalece na interpretação é a crítica
histórica e a narratologia. Este estudo de Daniel Marguerat reconstitui progressivamente
a obra de Lucas e a forma como é entendida por seus leitores e leitoras.
Paulo
- Uma teologia em construção
O apóstolo Paulo está hoje no centro de
um intenso questionamento. Qual foi sua relação com o Judaísmo? O que ele sabia
sobre Jesus? Como se contruiu sua teologia de um epístola a outra? Dezoito
bíblistas suíços, franceses, italianos, alemães e americanos foram convidados a
explorar a questão. Suas análises são precisas, rigorosas, e documentadas.
Encontraremos aqui uma síntese única em português dos mais recentes avanços da
pesquisa paulina. Após a Introdução, os estudos se estendem por sete tema:
Situação da pesquisa Uma escrita em movimento Paulo antes de Paulo A Lei O
centro da teologia paulina Paulo, o apóstolo Paulo depois de Paulo.
102 - Apocalipse. Pierre Prigent
Pierre Prigent, doutor em teologia, historiador
e estudioso da Bíblia. Foi professor na Faculdade de Teologia Protestante
de Estrasburgo e assistente de Oscar Cullmann na Faculdade de Teologia
Protestante de Paris. Prigent participou na tradução ecumênica da Bíblia
(TEB) e também publicou vários livros sobre o Apocalipse.
Pierre Prigent
valoriza sobejamente a literatura deuterocanônica, apocrifa e
intertestamentária em geral para situar o texto do Apocalipse no seu ambiente
cultural e religioso. A interpretação que Prigent propõe é que se leia o Apocalipse
não como a predição de uma história linear, e sim, como coleção de “sonhos”
relacionados, todos eles, com o momento presente (do século I e também de
hoje...). Interpretação decididamente antimilenarista, mas profundamente
concorde com o espírito da literatura joanéia, como o Aposcalipse mostra pelas
frequentes aproximações ao evangelho e as cartas de João.
Pierre Prigent
valoriza sobejamente a literatura deuterocanônica, apocrifa e
intertestamentária em geral para situar o texto do Apocalipse no seu ambiente
cultural e religioso. A interpretação que Prigent propõe é que se leia o Apocalipse
não como a predição de uma história linear, e sim, como coleção de “sonhos”
relacionados, todos eles, com o momento presente (do século I e também de
hoje...). Interpretação decididamente antimilenarista, mas profundamente
concorde com o espírito da literatura joanéia, como o Aposcalipse mostra pelas
frequentes aproximações ao evangelho e as cartas de João.
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Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.








