sábado, 19 de setembro de 2015

260 - RIBLA - Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana




RIBLA 62: As vozes originárias de Paulo

Aborda aquelas cartas escritas por Paulo e seus colaboradores/as que são consideradas “autênticas”. São elas, segundo a cronologia proposta por Leif Vaage, o organizador deste número:
1 Tessalonicenses, 1 Coríntios, Filipenses, Carta a Filêmon, Ápia e Arquipo, 2 Coríntios, Gálatas e Romanos.
Estas cartas são analisadas sob duas perspectivas: por um lado, no contexto histórico do personagem e da missão de Paulo, que se apresentam em muitos aspectos distintos da imagem que os Atos dos Apóstolos esboçam deles, e por outro lado em sua relação com a realidade latino-americana contemporânea.
Esta segunda perspectiva é reforçada por três artigos temáticos: uma introdução aos escritos de Paulo, uma abordagem de Paulo como missionário urbano (este artigo não entrou na edição em espanhol) e um testemunho acerca da importância do Paulo histórico para nossa leitura popular.
Vários autores
Formato: 16x23
Número de páginas: 160
Editora: Nhanduti Editora 2014
ISSN: 16763394


RIBLA 63: Por um mundo sem muros. Bíblia e Migração

Cláudio Carvalhaes
Um mundo sem muros
Resumo: O muro recentemente construído que separa os Estados Unidos do México evidencia a dramática situação mundial que vivemos hoje: a concentração de riquezas em algumas partes do mundo obriga milhões de pessoas à migração em busca de formas de sobrevivência; a crescente exclusão econômica culpa os pobres pelo desequilíbrio do capital e pelos problemas sociais e econômicos dos países ricos; o descuido dos Direitos Humanos; o desajuste de centenas de comunidades locais; a exploração de mulheres e crianças e a morte de milhares de pessoas. Como ler a Bíblia a partir das realidades mundiais dessas pessoas, abandonadas entre o direito de ir e vir, e os muros do medo, do ódio e da xenofobia, entre a impossibilidade de se mover e o movimento que a vida ensina e, às vezes, até mesmo exige? Como a Bíblia pode nos mobilizar num movimento de luta comunitária? Como ler a Bíblia na sombra desses muros e criar hermenêuticas alternativas à criminalização? O que devemos recordar para criar uma resistência e melhores formas de convivência, num mundo que cria e vive as divisões de classes e levanta muros para mantê-las? Estes são alguns dos desafios para este número da RIBLA.
Vários autores
Formato: 16x23
Número de páginas: 128
Editora: Nhanduti Editora 2014
ISSN: 16763394

  
RIBLA 64: O Evangelho segundo MarcosM

Resumos dos artigos
Ivoni Richter Reimer
“Não vos atemorizeis” (Mc 16,6). Visão geral e perspectivas interpretativas.
O artigo apresenta uma introdução ao Evangelho “Marcos”. Elabora questões gerais sobre o movimento de Jesus e primeiras comunidades que lhe deram continuidade e dentro das quais o Evangelho foi composto. Registra hipóteses sobre lugar, datação, fontes e autoria. Defende que o Evangelho é simultaneamente uma narrativa organizada acerca de memórias a respeito da práxis de Jesus e de realidades vividas pela(s) própria(s) comunidade(s). Coloca perspectivas e chaves interpretativas socioeconô-micas e de gênero para análise de conteúdo e oferece uma estrutura detalhada do Evangelho.

Vários autores
Formato: 16x23
Número de páginas: 192
Editora: Nhanduti Editora 2015
ISSN: 16763394


RIBLA 67
MEGUILOT: Enfoque feminista

Aborda os cinco livrinhos da Bíblia Hebraica que a tradição judaica chama de Meguilot (“Rolos”). São eles: Rute, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Lamentações e Ester.
Alguns ganharam um lugar de destaque nas liturgias judaicas, outros se tornaram especialmente queridos na leitura popular com grupos de mulheres por terem como protagonista uma mulher corajosa e nada convencional. E todos nos brindam com luzes para nossos próprios caminhos no mundo de hoje, onde for que eles se situem.
Vários autores
Formato: 16x23
Número de páginas: 160
Editora: Nhanduti Editora 2013
ISSN: 16763394




RIBLA 68: Religião, culturas e identidade na Bíblia

Elvira Moises
A construção identitária e religiosa das mulheres em Gn 29 – 31; Ex 1.
A partir do estudo de Gn 29–31 e Ex 1, este artigo apresenta as identidades das mulheres nas atividades domésticas e sociais, mas também através do campo religioso com suas experiências teológicas que têm como origem o corpo e a vida. No desempenho dessas atividades, elas se revelam como portadoras de certa autoridade, graças ao poder da cura, o poder das plantas, o poder das mandrágoras. Os textos de estudo trazem história em forma de genealogia que convive com a intriga amorosa de duas mulheres. Elas percebem a presença das divindades no momento em que elas soltam suas vozes para o público. Para elas, Deus está incorporado e presente na comunidade, participando no convívio do cotidiano.
Vários autores
Formato: 16x23
Número de páginas: 160
Editora: Nhanduti Editora 2015
ISSN: 16763394


David Rubens


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

258 - O Entorno religioso do cristianismo primitivo

Ótimos livros para estudar o surgimento da religião cristã, estou gostando da leitura pois trabalha a influência da filosofia grega na construção do texto cristão.

O Entorno religioso do cristianismo primitivo - vol. I: Religião civil e religião doméstica, cultos de mistérios, crença popular
Quando se trata de origem de uma forma de religião e de seus textos fundamentais, é aconselhável prestar atenção especial na atmosfera religiosa geral em seu entorno. No início do século XX, a escola da história das religiões fez isso com particular determinação em sua investigação sobre as religiões não judaicas da Antiguidade. 
O presente volume fornece elementos preciosos para responder à seguinte questão: do ponto de vista intelectual, religioso, cultural, social e político, que contribuição o entorno do Novo Testamento pode dar para a compreensão dos escritos neotestamentários e para o esclarecimento da gênese do cristianismo primitivo? Essa pergunta, embora, não seja nova, está na origem da construção do método histórico-crítico, que deu fundamental contribuição para a compreensão do mundo da Bíblia e cujos frutos ainda são notáveis nos dias de hoje.
Formato: 16x23
Páginas: 280


O Entorno religioso do cristianismo primitivo - vol. II: Culto aos governantes e imperadores, filosofia, gnose
Quando se trata da origem de uma forma de religião e de seus textos fundamentais, é aconselhável prestar atenção especial na atmosfera religiosa geral em seu entorno. No início do século XX, a escola da história das religiões fez isso com particular determinação em sua investigação sobre as religiões não judaicas da antiguidade. O presente volume fornece elementos preciosos para responder à seguinte questão: do ponto de vista intelectual, religioso, cultural, social e político, que contribuição o entorno do Novo Testamento pode dar para a compreensão dos escritos neotestamentários e para o esclarecimento da gênese do cristianismo primitivo? Essa pergunta, embora não seja nova, está na origem da construção do método histórico-crítico, que deu fundamental contribuição para a compreensão do mundo da Bíblia e cujos frutos ainda são notáveis nos dias de hoje.
Formato: 16x23cm
Páginas: 280


Hans-Josef Klauck (Dr. Theol, Dr Theol Habil, Universidade de Munique. Dr. HC, Universidade de Zurique). Professor de Novo Testamento e de Literatura Cristã Primitiva no Divinity School da Universidade de Chicago. Hans-Josef Klauck tem trabalhado extensivamente sobre alguns temas do Novo Testamento, como as parábolas de Jesus, as correspondência de Paulo aos coríntios, e as cartas joaninas. Além disso, ele tem se especializado na história religiosa e social do mundo greco-romano como pano de fundo necessário para os estudos do Novo Testamento.




David Rubens


257 - Introdução Hermenêutica ao Antigo Testamento de Pablo R. Andiñach. Lançamento Editora Sinodal 2015.


O Antigo Testamento costuma apresentar problemas para o leitor de hoje, assim que em certas ocasiões foge dele ou evita seus textos. É comum ouvir que muitos textos do Antigo Testamento “são difíceis de interpretar” ou que “contradizem nossa sensibilidade”. Esta obra reconhece essas dificuldades e busca facilitar o acesso a seus livros, oferecendo ferramentas de leitura que privilegiam aqueles elementos que levam à interpretação (hermêutica) de cada obra.
Reunidos em seções, mas abordados de forma separada, cada livro é tratado como uma peça literária que testemunha a fé do antigo Israel, porém também fala hoje a quem esquadrinha suas páginas. Essa abordagem permite que seja lido como um texto que vive e respira e cuja mensagem, longe de ser antiga, desafia-nos a renovar nosso pensamento.
Para incluir as Escrituras da maioria dos próprios textos das tradições judaicas e cristãs abre-se espaço nesta obra, junto aos da Bíblia Hebraica, aos livros chamados de Apócrifos e Deuterocanônicos.
Formato: 16x23
Paginas: 542

Pablo R. Andiñach doutor em teologia pela ISEDET, prosseguiu estudos de pós-graduação na Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel) e Iliff School of Theology (Denver, EUA). Autor de vário livros sobre Antigo Testamento. Hoje ele serve como professor de Antigo Testamento no Instituto ISEDET Universidade de Buenos Aires e é professor visitante na Perkins School of Theology, Southern Methodist University (Dallas, EUA).





Outro importante livro de Pablo R. Andiñach publicado pela Sinodal:

O livro do Êxodo
O livro tem sua razão de ser na constante necessidade de ler de forma sempre nova os antigos textos fundantes de nossa fé. Curiosamente, o tempo percorrido pelos textos desde a sua redação não os prejudicou.   Ao contrário, eles se tornaram mais ricos em significado, confirmando, assim, que, apesar das muitas mudanças que ocorreram no decorrer dos anos, há perguntas e situações profundas que permanecem, revelando que a aventura humana e os textos que ela produz são tão fascinantes quanto insondáveis.   Cada vez que nos aproximamos do testemunho milenar dos textos bíblicos, descobrimos que eles têm algo novo a nos dizer. A narrativa bíblica, apesar de insondável, é bela. Sabemos que se entende melhor um texto quando desfrutamos de sua leitura. Esperamos que, ao nos aproximarmos do Êxodo, também possamos sentir o prazer de estar diante de uma narrativa bonita.  

Formato: 16X23
Paginas: 401





David Rubens

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

256 - Lançamentos 2015: Teologia Bíblica, Editora Vozes

Bíblia: História, Curiosidades e Contradições

Este livro resulta de uma pesquisa sistemática sobre a Bíblia, em suas diversas versões em português, e em seus originais hebraicos e gregos, e seu contexto histórico, literário e geográfico. A riqueza de seus resultados e descobertas ilumina ainda mais a compreensão da Bíblia nos dias de hoje. Este guia apresenta novos conhecimentos sobre a criação, o contexto e a transmissão de cada livro bíblico. Ao sistematizar esses resultados, o livro formula e responde mais de 1.000 perguntas sobre autores, atores, eventos e curiosidades, além de apresentar a origem e o significado dos nomes dos personagens e lugares bíblicos.
Autor: Evaristo Eduardo de Miranda
Editora Vozes
P. 656



Introdução ao Antigo Testamento

Este livro serve como guia que indica o essencial e que, ao mesmo tempo, faz também perceber o detalhe importante e que muitas vezes pode passar despercebido na leitura do texto bíblico. Não se trata de um livro pesado, com um turbilhão de dados difíceis de serem digeridos. Esta Introdução se divide em cinco longos temas com vários capítulos cada um, que separam didaticamente o que é essencial do que é secundário. O Autor procura juntar o ameno e pedagógico com o científico, dando ao Leitor uma visão completa do Antigo Testamento à luz das pesquisas atuais. Este livro pode ser de grande proveito para estudantes de Teologia, para padres de paróquias e leigos engajados, interessados no conhecimento e vivenciação da História da Salvação.
Autor: José Luis Sicre Díaz
P. 330



As Tradições Históricas de Israel: Introdução à História do Antigo Testamento

Alguns livros da Bíblia sofreram várias redações. O livro de Isaías, por exemplo, tem pelos menos três "autores" diferentes, além de ter a religião israelita essencialmente encarnada na história. Por isso o conhecimento das tradições históricas de Israel é importante para se compreender melhor as Sagradas Escrituras. Nesta obra o leitor irá encontrar duas histórias gerais, que são a história deuteronomista (Josué, Juízes, os dois livros de Samuel e os dois livros dos Reis) e a historia do cronista (os dois livros das Crônicas, Esdras e Neemias); duas histórias monográficas (1Macabeus e 2Macabeus); quatro histórias exemplares (Tobias, Judite, Ester e Rute). Desta maneira se abrange toda a parte dita "histórica" da Bíblia. No final do livro há uma tabela de cronologia, mapas e índices que são indispensáveis neste tipo de obra.
Autor: Antonio González Lamadrid
P. 248



David Rubens

domingo, 13 de setembro de 2015

255 - V CONGRESSO DA ANPTECRE - Comunicação: Sessão Temática, ST01 - DIÁLOGO ENTRE RELIGIÃO, ARTE E LITERATURA

MARTIN HEIDEGGER E RUDOLF BULTMANN: SOBRE A INVENÇÃO DA DESMITOLOGIZAÇÃO


David Rubens de Souza
Pós-Graduado em Ensino de Filosofia,
Universidade Federal de São Carlos – UFSCar.
Graduado em Teologia, Faculdade Dehoniana.
Licenciatura Plena em Filosofia,
Universidade de Taubaté – UNITAU
Professor Titular de Cargo Filosofia da SEESP.
Email: profdavidfilosofia@hotmail.com
Pindamonhangaba-SP



Resumo
A pesquisa propõe-se a analisar a relação histórica e teórica entre Rudolf Bultmann e Martin Heidegger, no período de 1923 à 1928, onde ambos ensinaram na Universidade de Marburg. Neste contexto, Bultmann e Heidegger se encontravam diariamente para estudos sobre filosofia grega e hermenêutica. Ambos, no cotidiano dos estudos e partilhas vieram a interessar-se pela questão do ser, sendo que Heidegger veio da escola fenomenológica de Edmund Husserl e Bultmann da escola da teologia liberal. Em 1927, Heidegger publicou sua principal obra, Ser e Tempo, que se tornou fundamental para a criação do método hermenêutico de Bultmann, conhecido como desmitologização. O método bultmanniano, tenciona encontrar o sentido existencial do texto cristão primitivo válido para todas as épocas. Para Bultmann, a filosofia de Heidegger possibilita esta tarefa. A proposta da pesquisa consiste em analisar a apropriação que Bultmann fez da filosofia heideggeriana, e saber se o método hermenêutico de Bultmann é relevante para os dias de hoje. Analisar como Heidegger trabalhou a existência-autêntica e a existência-inautêntica na obra Ser e Tempo, e a forma como Bultmann reinterpretou esses dois temas da filosofia heideggeriana em seu polêmico tratado de 1941, Novo Testamento e Mitologia. Consiste ainda, em fazer um levantamento comparativo entre as principais obras dos dois autores, destacando as semelhanças e os pontos divergentes. A pesquisa contribui para uma análise da relação teologia-filosofia. O tema é justificado pelo fato de ter sido pouco explorado. A pesquisa é relevante também, pois se propõe a contribuir para o entendimento de um importante método interpretativo criado a partir do pensamento de um dos maiores filósofos do século XX.

Palavras-chave: Bultmann, Heidegger, Hermenêutica.

254 - Religião Direitos Humanos e Laicidade: Livro do V Congresso da ANPTECRE

Livro do V Congresso da ANPTECRE



Religião Direitos Humanos e Laicidade

SUMÁRIO 

Apresentação
Wilhelm Wachholz

Introdução
Luiz Alexandre Solano Rossi
Sérgio Junqueira

PARTE I

Laicidade, Religião e Direitos Cidadãos
Dario Paulo Barrera Rivera

A Laicidade Ameaçada: política, religião e teologia
Élio Estanislau Gasda

A Restauração da Individualidade pela via do Sagrado
Paulo Rogério Rodrigues Passos

Religião e Espaço Público
Gilbraz Aragão

Laicidade em Diálogo com Religião e Direitos Humanos
Marlon Ronald Fluck

PARTE II

O Aspecto Universal dos Direitos Humanos em Tensão Criativa com a Dimensão Relativa da Religião
Adilson Schultz

Religião e Espaço Público: da luta à convivência
Paulo Sérgio Lopes Gonçalves

PARTE III

Direitos Humanos e Diversidade Religiosa em um Estado Laico
Marga Janete Ströher

Sobre o Conceito de Religião nas Religiões Orientais
Deyve Redyson

A liberdade Religiosa e a Função Pública das Religiões
Ney de Souza

As Ciências da Religião em Sergipe: Instituição e Tensões no Campo Científico
Péricles Andrade

Possíveis Contribuições do Culto Cristão na Esfera Pública como Espaço de Comunhão e Diversidade
Júlio César Adam

Organizadores:

Luiz Alexandre Rossi









Sérgio Junqueira











Fonte Editorial
ANPTECRE
2015

P. 189

sábado, 12 de setembro de 2015

253 - V CONGRESSO DA ANPTECRE: RELIGIÃO, DIREITOS HUMANOS E LAICIDADE

V CONGRESSO DA ANPTECRE
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião
RELIGIÃO, DIREITOS HUMANOS E LAICIDADE
PUCPR/Batista - Curitiba (PR), 09 a 11 de Setembro 2015
















Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.