terça-feira, 5 de novembro de 2019

475 - O Evangelho de João na interpretação dos Padres da Igreja e dos Teólogos Medievais: de Clemente Romano a Tomás de Aquino. Alberto Casalegno



Este estudo é uma coletânea de textos dos Padres da Igreja e dos Teólogos Medievais - de Clemente Romano a Tomás de Aquino - referentes a versículos escolhidos do Evangelho de João, do primeiro ao último capítulo. Representa uma complementação a outro livro do autor: Para que contemplem a minha glória (João 17,24) - Introdução à teologia do Evangelho de João, publicado por Edições Loyola em 2009. As várias explicações oferecidas pelos autores do passado são muito interessantes, ricas de espiritualidade, fruto de uma consideração atenta do Antigo e do Novo Testamentos, à luz dos problemas teológicos e éticos de cada época. João Crisóstomo, Agostinho, Beda, o Venerável, Bernardo e os outros teólogos citados são mestres e pastores iluminados que procuram ajudar os fiéis em suas dificuldades diárias, favorecendo a compreensão do quarto Evangelho por meio de interpelações constantes, comparações originais e exemplos práticos. Esta obra representa um convite para que os leitores conheçam melhor como o texto evangélico foi interpretado ao longo da história, cientes de que a palavra de Deus deve ser lida na tradição da Igreja, além de incentivar também a enfrentar o difícil processo de atualização da Palavra, como fizeram nossos antepassados, pois ela é fonte inesgotável de vida para todas as gerações.
Loyola
384, p.



Alberto Casalegno, mestre em Sagrada Escritura pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma e doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana, leciona na Faculdade Católica de Belém do Pará. Publicações por Edições Loyola: Paulo - O Evangelho do amor fiel de Deus (2001); Lucas - A caminho com Jesus missionário (2004); Ler os Atos dos Apóstolos - Estudo da teologia lucana da missão (2005); “É o Senhor!” (Jo 21,7) - Estudo dos relatos da ressurreição no Evangelho de João (2013); “E o Cordeiro os vencerá” (Ap 17,14) - Leitura exegético-teológica do livro do Apocalipse (2017).


sábado, 6 de julho de 2019

473 - Para Compreender os Manuscritos do Mar Morto. Hershel Shanks



Os Manuscritos do Mar Morto constituem a mais importante e mais empolgante descoberta de manuscritos ocorrida no século XX. Contudo, para a maioria das pessoas seu significado permanece inacessível, envolto em mistério e ocultado pelo silêncio dos estudiosos. Esta obra, composta de artigos escritos pelos maiores especialistas internacionais nos Manuscritos do Mar Morto, é a fonte essencial para o entendimento dos mesmos e das controvérsias que eles suscitam. Os artigos, extraídos da Biblical Archaeology Review e da Bible Review, foram organizados por Hershel Shanks, que está à frente do movimento internacional que recentemente conseguiu liberar os pergaminhos do grupo de estudiosos que vinha mantendo os textos secretos por mais de trinta e cinco anos.
Esta coletânea se volta para a questão primordial levantada pelos pergaminhos: O que nos dizem os documentos do Mar Morto sobre o cristianismo primitivo e sobre o desenvolvimento do judaísmo rabínico? Jesus era essênio? João Batista viveu com a comunidade de Qumran que escreveu os pergaminhos?
Destes debates sobre os Manuscritos do Mar Morto emerge um consenso: eles constituem um incomparável tesouro arqueológico e histórico; vieram para lançar luz sobre questões críticas do desenvolvimento da tradição judaico-cristã, e não para destruí-la com suas revelações.




Hershel Shanks é o fundador e editor da Biblical Archaeology Review e da Bible Re-view. Presidente da Biblical Archaeology Society e editor de A Preliminary Eaition ofthe Unpublished Dead Sea Scrolls: The Hebrew and Aramaic Texts from Cave Four, Fascide One (1991) e A Faaimile Edition of tbe Dead Sea Scrolls, Volumes l and II (1991). Escreveu The City ofDavid: A Guide to Biblical Jerusalém e Jerusalém in Stone: The Archaeology ofAncient Sy-nagogues e editou Ancient Israel: A Short History from Abraham to the Roman Destruction of the Temple. Possui diplomas do Haverford Colle-ge, da Columbia University e da Harvard School of Law. Vive em Washington, D.C., com sua esposa e duas filhas.

Sumário
CAVERNAS E ERUDITOS: UMA VISÃO GERAL Hershel Shanks
I - O ACHADO
1. A DESCOBERTA DOS MANUSCRITOS Harry Thomas Frank
2. O CONTEXTO HISTÓRICO DOS MANUSCRITOS Frank Moore Cross
II-AS ORIGENS
3. AS ORIGENS SADUCÉIAS DA SEITA DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO Lawrence H. Scbiffman
4. O POVO DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO: ESSÊNIOS OU SADUCEUS? James C. VanderKam
5.  "O PRIMEIRO MANUSCRITO DO MAR MORTO" ENCONTRADO NO EGITO CINQUENTA ANOS ANTES DAS DESCOBERTAS DE QUMRAN Raphael Levy
6. A ORIGEM DOS ESSÊNIOS - PALESTINA OU BABILÓNIA? Hersbel Shanks
III - O PERGAMINHO DO TEMPLO
7. O PERGAMINHO DO TEMPLO - O MAIS LONGO DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO Yigael Yadin
8. AS DIMENSÕES GIGANTESCAS DO TEMPLO IMAGINÁRIO NO PERGAMINHO DO TEMPLO Magen Broshi
9. O PERGAMINHO E AS INTRIGAS Hersbel Shanks
10. SERIA O PERGAMINHO DO TEMPLO UM SEXTO LIVRO DA TORA- DESAPARECIDO DURANTE 2.500 ANOS? Hartmut Stegemann
IV - OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO E A BÍBLIA
11. O TEXTO POR TRÁS DO TEXTO DA BÍBLIA HEBRAICA Frank Moore Cross
12. A LUZ DAS CAVERNAS DO MAR MORTO SOBRE A BÍBLIA Frank Moore Cross    
13. QUANDO OS FILHOS DOS DEUSES SE DIVERTIAM COM AS FILHAS DOS HOMENS Ronda S. Hendel
V - OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO E O CRISTIANISMO
14. OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO E O CRISTIANISMO James C. Vander Kam
15. UM TEXTO INÉDITO DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO PARALELO À NARRATIVA DE INFÂNCIA, DE LUCAS Hershel Skanks
16. JOÃO BATISTA ERA ESSENIO? Otto Betz
VI - OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO E O JUDAÍSMO RABÍNICO
17. UMA NOVA LUZ SOBRE OS FARISEUS Lawrence H. Schiffman
VII - O PERGAMINHO DE COBRE
18. O MISTÉRIO DO PERGAMINHO DE COBRE P. Kyle McCarter, Jr.  
VIII - A RECONSTRUÇÃO DOS MANUSCRITOS
19. COMO JUNTAR OS FRAGMENTOS DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO Hartmut Stegemann
IX - CONTROVÉRSIAS SOBRE OS PERGAMINHOS 
20. ENTREVISTA COM O EDITOR-CHEFE DOS MANUSCRITOS, JOHN STRUGNELL Avi Katzman
21. SILÊNCIO, ANTI-SEMITISMO E OS MANUSCRITOS Hershel Shanks
22. ESTARIA O VATICANO IMPEDINDO A PUBLICAÇÃO DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO? Hershel Shanks

Editora Imago
P. 343.

472 - Quem Escreveu os Manuscritos do Mar Morto? Norman Golb




Este livro apresenta uma nova e envolvente interpretação da origem e da significação dos Manuscritos do Mar Morto. Os manuscritos vêm sendo objeto de um infatigável fascínio e de intermináveis controvérsias desde que foram descobertas nas cavernas de Qumran em 1947. Fundamentando suas análises numa cuidadosa leitura dos textos e das descobertas arqueológicas, Golb constrói uma interpretação de fato revolucionária. Trazendo para o estudo dos rolos um vasto conhecimento da história da Antiguidade, ele descreve a rica diversidade de ideias presente nos rolos e oferece uma nova interpretação da importância desses manuscritos para evolução tanto do judaísmo quanto do cristianismo.



Norman Golb, nasceu em 1928, é professor de História da Civilização Judaica no Instituto Oriental da Universidade de Chicago. Fez seus estudos na Universidade Hebraica. Foi professor da Universidade de Harvvard e da Universidade de Tel Aviv.
Golb defende que os Manuscritos do Mar Morto encontrados em Qumran não foram produzidos pelos essênios, mas sim, é produto de muitas seitas e comunidades judaicas do antigo Israel, que ele apresenta neste seu importante livro. Golb fez várias descobertas sobre os manuscritos, e hoje é considerado mundialmente uma das principais autoridades no assunto.  


Editora Imago
P. 562.



David Rubens de Souza

quinta-feira, 13 de junho de 2019

469 - Narratologia: Exegese de Narrativas Bíblicas.



Definição[1]
O termo “narratologia” é uma tradução do termo francês “narratologie”, introduzido por Tzvetan Todorov, linguista búlgaro radicado em Paris. Narratologia tem sua origem na tradição do formalismo russo e do estruturalismo francês.
Método narratológico examina o que as narrativas têm em comum, o que as diferenciam umas das outras enquanto narrativas e, estuda os sistemas específicos de regras que presidem a produção e o processamento narrativo.

Elementos da narrativa
A narrativa pode ser explícita ou implícita:
Explícita como ocorre no caso de um repórter que escreve e apresenta a sua matéria.
Implícita como ocorre na grande maioria dos livros de literatura, onde o narrador é o autor da história, assumindo ou não sua identidade.

Formas de narração: Narrador Clássico
Onisciente: possui o conhecimento completo da narrativa, personagens e situação.
Incluso: também chamado de participante, quando o narrador participa como um dos personagens. Narra em primeira pessoa ou apenas como observador.
Oculto: conhecido também como ausente, ocorre quando o narrador não se mostra.

Formas de Focalização
Focalização Zero: Lucas 7.11. Viúva de Naim. O narrador dispõe de informações que faltaria a um simples espectador. Leitor recebe mais informações do que as testemunhas da cena.
Focalização interna: Lucas 7.11. Viúva de Naim. O Senhor teve grande compaixão dela. O narrador oferece ao leitor a interioridade oculta dos personagens.
Focalização externa: Lucas 7.11. Viúva de Naim. O narrador transmite menos do que o personagem pode saber. Jesus tocou o esquife. 

Narrativas e Personagens
Protagonista: personagem principalgeralmente personifica o “bem”. Defende valores morais de seu narrador.
Antagonista: pode ser um personagem tão importante quanto o protagonistaDe um modo geral personifica o “mal” e vai contra os valores morais defendidos pelo narrador.
Personagens de “efeito”: De um modo geral são amigos ou ajudantes do protagonista ou antagonista.

Análise Narrativa: Ângulos
Em uma narrativa, os eventos da história narrada não são apresentados em uma perspectiva neutra, mas em ângulo particular.

Sinóticos e Variantes de Ponto de Vista
A História da Vida, Morte e Ressurreição de Jesus. Estratégia narrativa de Marcos, Mateus e Lucas.
Atividade: Comparar relatos da ressureição. As mulheres encontraram o túmulo vazio.

Ponto de Vista: Relação do Autor com a História Narrada
Posicionamento cognitivo:
Marcos – Menos crítico em relação aos judeus.
Mateus – Mais hostil em relação aos fariseus.

Relação do Autor com a História Narrada
João: Judeus uma entidade uniformemente agressiva em relação a Jesus.
O ponto de vista é um posicionamento do narrador aplicado a todos os elementos da narrativa:
 Pessoas;
 Objetos;
 Valores.

Ponto de Vida: O Ponto de Vista, Cinco Dimensões
Espacial
Temporal
Psicológica
Fraseológica
Ideológica

Espacial: O narrador pode assumir várias posições quando descreve a ação
Pode aproximar-se do personagem e descrever a casa quando ele entra em uma casa.
Criar empatia com detalhes: distância; ação; multidão; estrada etc. 
Então mandou à multidão que se assentasse no chão, Mateus 15:35.
E, descendo ele do monte, seguiu-o uma grande multidão, Mateus 8:1.
E tornou a sair para o mar, e toda a multidão ia ter com ele, e ele os ensinava, Marcos 2:13.
E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo, Marcos 10:10.

Temporal: O narrador pode passar do passado ao presente e propor sincronia
Elipse: Tempo da narração ao tempo da anunciação da narrativa.
E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje. Mateus 28:15.

Psicológica: Verbos de percepção
Ele pensou...
Perguntava-se...
Teve medo...
Teve compaixão...
Pareceu-lhe.
E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo. Mateus 17:6.
E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome, Mateus 21:18.

Fraseológico: A percepção do personagem que o narrador quer criar no leitor
O ponto de vista do narrador impregna o discurso feito pelo personagem.
Quando um doutor da Lei em Lucas pergunta a Jesus: “Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?” Lc 10.25, o narrador exprime uma atitude de respeito da parte do doutor da Lei.
O ponto de vista do narrador constrói a imagem para o leitor.
“Apesar de tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga”, João 12:42.

Ideologia: Sistema de valores que o narrador apresenta ao longo do seu relato
Marcos associa os discípulos a posições hostis a Jesus.
“Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?” Marcos 6:37-39.
“E arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos pão.
E Jesus, conhecendo isto, disse-lhes: Para que arrazoais, que não tendes pão? não considerastes, nem compreendestes ainda? tendes ainda o vosso coração endurecido? Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? e não vos lembrais”, Marcos 8:16-18.

Prática: Análise Narrativa
Caminhada de Jesus sobre o mar:
Mateus 14.22-33
João 6.16-21

Narrativa mateana: Ponto de vista adotado é o de Jesus
Jesus obriga os discípulos a embarcar para a travessia, 14.22.
Ele está sozinho quando anoitece.
O narrador não fala de medo dos discípulos.
Jesus vai até eles e os exorta à confiança.
O medo de Pedro.
Focalização centrada em Jesus.
O narrador não apresenta a interioridade de Jesus.
Dimensão psicológica: medo e adoração.
O que Jesus está pensando?
O medo dos discípulos é provocado não pela tempestade, mas pelo aparecimento de Jesus, que eles consideram um fantasma, v. 26.

Narrativa joanina: Ponto de vista adotado é o dos discípulos
São os discípulos que embarcam para Cafarnaum: 6.17.
O relato dramatiza a situação de perigo, v. 8.
Jesus é convidado a entrar no barco.

Formar Opinião
A escolha do ponto de vista, está a serviço da reação à leitura do relato que o narrador quer provocar nos seus leitores. O ponto de vista do narrador é constituído por uma temporalidade escolhida, por uma descrição da interioridade dos personagens, por uma escolha da linguagem e por um sistema de valores.

Processo de Análise: Narratologia
1 – Quais são os elementos que indicam o começo e o fim
2 – Quando; Tempo
3 – Onde; Lugares
4 – Personagens
4.1 Individuais e coletivos
5 – Identificar focalizações: Zero; Interna e Externa
6 – Tema
7 – Gênero literário
8 – Contexto Anterior
9 – Contexto Posterior
10 – Tabela de Verificação; Harmonia de narrativas
11 – O que é que o narrador comunica ao leitor
12 – Que sentimentos desperta a narrativa no leitor


Referências
ALETTI, Jean-Noël; GILBERT, Maurice; SKA, Jean-Louis; VULPILLIÈRES, Sylvie de. Vocabulário ponderado da exegese bíblica. São Paulo: Loyola, 2011.
EGGER, Wilhelm. Metodologia do Novo Testamento: Introdução aos métodos linguísticos e histórico-críticos. São Paulo: Loyola, 2015.
GORMAN, Michael J. Introdução à exegese bíblica. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2017. 
LIMA; Maria de Lourdes Corrêa. Exegese Bíblica: Teoria e Prática. São Paulo: Paulinas, 2014.
MARGUERAT, Daniel. O Ponto de Vista: Olhares e Perspectivas nos Relatos dos Evangelhos. São Paulo: Loyola, 2018.
PARMENTIER, Elisabeth. A Escritura viva: interpretações cristãs da Bíblia. São Paulo: Loyola, 2009.
YOFRE-SIMIAN, Horácio; GARGANO, Innocenzo; SKA, Jean Louis; PISANO, Stephen. Metodologia do Antigo Testamento. São Paulo: Loyola, 2015.
WEGNER, Uwe. Exegese do Novo Testamento: Manual de Metodologia. São Leopoldo/RS: EST; Sinodal, 2016.



Exegese do Antigo e Novo Testamento
Prof. David Rubens de Souza
drubenssouza@hotmail.com
Pindamonhangaba-SP
FABAD - 2019






[1] Material didático preparado para Disciplina de Exegese do Antigo e Novo Testamento. Curso: Bacharel em Teologia – FABAD, 1º Semestre de 2019. SOUZA, David Rubens. Narratologia: Exegese de Narrativas Bíblicas. Pindamonhangaba-SP: FABAD, 2019.    

domingo, 26 de maio de 2019

468 - Paulo: Uma Teologia em Construção. Andreas Dettwiler; Jean-Daniel Kaestli; Daniel Marguerat



Paulo: Uma Teologia em Construção, esta obra é fruto de um programa de pesquisa do Novo Testamento realizado em Grisões, na Suíça, de novembro de 2002 a maio de 2003. A obra reuni o trabalho dos principais exegetas da atualidade. Livro muito atual.
Belíssimo livro, recomendo a leitura.
Loyola
P. 517
2011




Andreas Dettwiler











Jean-Daniel Kaestli











Daniel Marguerat

467 - Paulo Apóstolo: um trabalhador que anuncia o Evangelho. Carlos Mesters



Carlos Mesters, é com toda certeza um dos maiores biblistas do Brasil. Mesters produziu uma obra gigantes, são vários livros, todos direcionados a formação das comunidades de base. Muito mais do que nos ensinar a ler a Bíblia, Mesters nos ensina a lutar contra toda forma de injustiça.
Tive o prazer de dividir o mesmo ônibus com Carlos Mesters em viagens. Tenho aprendido muito com esse mestre da leitura popular da Bíblia.
No livro sobre Paulo, Mesters apresenta detalhes da vida do Apóstolo Paulo:
1º Período: O judeu praticante, do nascimento aos 28 anos.
2º Período: O convertido Fervoroso, dos 28 aos 41 anos.
3º Período: O missionário itinerante, dos 41 aos 53 anos.
4º Período: O prisioneiro e o organizador, dos 53 até à morte 62 anos.
Editora Paulus
11ª edição, 2008
P. 144




Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.