domingo, 14 de agosto de 2016

340 - VII Congresso Brasileiro de Pesquisa Bíblica – Abib. Pentateuco da Formação à Recepção



O Congresso irá acontecer em São Bernardo do Campo, na Universidade Metodista de São Paulo, entre os dias 29 de agosto a 1 de setembro. O tema do Congresso é “Pentateuco: da formação à recepção”. Presença de Jean-Louis Ska e Thomas Römer, duas autoridades no assunto.

















Lançamento: Livro do congresso, “Pentateuco - Da Formação à Recepção”, com o texto em português das conferências principais, bem como das mesas que serão expostas em diversos momentos, por pesquisadoras e pesquisadores do Brasil e América Latina.














Grupos Temáticos do VII Congresso ABIB – Lista das Comunicações aprovadas no seite da ABIB - http://abiblica.org.br/


GT 1 - TEORIA DE MEMÓRIA, LINGUAGEM E CULTURA: PERSPECTIVAS PARA LEITURA DAS NARRATIVAS CRISTÃS PRIMITIVAS
Coordenação: Paulo Nogueira / Kenner Terra

GT 2 - UNIDADE E DIVERSIDADE NO JUDAÍSMO DO SEGUNDO TEMPLO
Coordenação: Fernando Mattioli

GT 3 - MÉTODOS DE LEITURA E HERMENÊUTICAS DA BÍBLIA
Coordenação: Valmor da Silva e João Luiz Correa Junior

GT 4 - BÍBLIA, ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA DE ISRAEL
Coordenação: José Ademar Kaefer, Tércio Siqueira e Suely Xavier

GT 5 - BÍBLIA E LITERATURA
Coordenação: José Adriano Filho

GT 6 – ENFOQUES DE GÊNERO E SEXUALIDADE
Coordenação: Lilia Marianno

GT 7 - TRADUÇÃO DA BÍBLIA: FERRAMENTAS, VIOLÊNCIAS E DESAFIOS
Coordenação: Johan Konings e Luiz José Dietrich

GT 8 - LEITURAS LATINO AMERICANAS SOBRE O PENTATEUCO
Coordenação: Mercedes Lopes

GT 9 – PESQUISA BÍBLICA: POR UM DIÁLOGO ENTRE AS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS E A TEOLOGIA
Coordenação: Alexandre Campos Coelho

GT 10 – RELIGIÃO, SOCIEDADE E IMAGINÁRIO NO MUNDO BÍBLICO
Coordenação: Silas Klein e Élcio Mendonça

GT 11 – TEMÁTICA LIVRE
Coordenação: Marcelo Carneiro

MINICURSO - COMISERAÇÃO E LIBERTAÇÃO DOS EGÍPCIOS - (EX 3,20-21; 11,2-3; 12,36)
Mathias Grenzer

Programação




Conferencistas  

Thomas Römer é professor atualmente em Lausanne, Suiça e no College de France, em Paris, no programa “Ambientes Bíblicos”. Jean-Louis Ska é professor no Instituto Bíblico de Roma. 










sábado, 13 de agosto de 2016

339 - Jorge V. Pixley


Jorge V. Pixley, nasceu em Chicago em 1937, mas passou a maior parte de sua vida na América Latina. Sua infância e parte de sua juventude foi passada na América Central, onde fez seus primeiros estudos. Estudou na Faculdade Batista de Manágua, onde recebeu diploma de bacharel em 1955. Continuou seus estudos na Wheaton College, em Illinois e Michigan College, em Kalamazoo, cidade onde se casou Jayne Babcock. Obteve seu doutorado em Estudos Bíblicos na Faculdade de Teologia da Universidade de Chicago.
Em 1963 Pixley foi para Porto Rico como professor de Bíblia no Seminário Evangélico de Puerto Rico. Em 1969 foi convidado para dar aulas no ISEDET de Buenos Aires, onde viveu por dez anos com sua família. Em 1985 voltaram para o Estados Unidos, mas com o triunfo da Revolução Sandinista na Nicarágua decidiu retornar para Manágua.
Foi professor no Seminário Batista do México, e Professor de História de Israel do Instituto Teológico de Estudos Superiores da Cidade do México. Pastor batista desde 1963.
Pixley está entre os principais teólogos libertação.


O Deus libertador na Bíblia: Teologia da libertação e Filosofia processual

Este livro faz uso, frequentemente, da filosofia processual ou filosofia orgânica, cuja base é constituída pelos escritos do filósofo inglês/estadunidense Alfred North Whitehead. Para o autor, essa filosofia, que afirma ser a criatividade o elemento mais básico da realidade, esclarece muitos outros pontos acerca do Deus da Bíblia, sendo não só compatível com a teologia da libertação, mas também nela encontrando sua melhor expressão teológica. Nas palavras de Pixley, “não pretendemos que a filosofia processual demonstre nada. Ela simplesmente nos ajuda a entender a realidade diária”. Desse modo, o objetivo é mostrar, com a presente obra, como essa filosofia pode tornar mais real e convincente o Deus da libertação que encontramos em nossas Sagradas Escrituras.
p. 144
Paulus


A História de Israel a Partir dos Pobres

Este trabalho apresenta uma breve história de Israel desde o Êxodo até a segunda guerra judaica (135 a.C). Preocupado apenas com os grupos humanos que se instalaram na Palestina, o autor mostra Israel, durante todo o livro, como um projeto de reação camponesa que luta para sobreviver e para criar estruturas sociais e políticas mais justas.
p. 133
Vozes



Vida no Espírito

Pixley toma como fio condutor deste denso ensaio a presença e atuação do Espírito na comunidade dos discípulos e discípulas que crêem no Senhor Jesus e o proclamam Filho de Deus, Mêssias e Salvador. Assuntos em pauta; A experiência do Espírito no movimento formado por Jesus Cristo, morto e ressuscitado; Lendo as Sagradas Escrituras desde a comunidade do Espírito; Reflexos do Espírito na antropologia bíblica; Elaboração trinitária da experiência cristã de Deus; O Espírito e a ciência; A vida no Espírito.
Vozes
P. 288


David Rubens

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

338 - Aula Profetismo no Antigo Israel; Profetas Maiores ou Profetas Posteriores. Prof. David Rubens

Aula que preparei para a disciplina de Profetas Maiores no curso de Teologia. Nos próximos dois meses estaremos estudando o movimento profético no Antigo Israel.



sábado, 23 de julho de 2016

337 - Rolf Rendtorff, Leitura Canônica do Antigo Testamento


Rolf Rendtorff (10 de maio de 1925 - 01 de abril de 2014) foi Professor emérito de Antigo Testamento na Universidade de Heidelberg. Escreveu vários textos sobre as escrituras judaicas e foi notável ​​por sua contribuição para o debate sobre as origens do Pentateuco.
Rendtorff nasceu em Preetz Holstein, Alemanha. Estudou teologia (1945-1950) nas universidades de Kiel, Göttingen e Heidelberg. Empreendeu seus estudos de doutorado sob orientação de Gerhard von Rad (1950-1953).
Rendtorff publicou muitos trabalhos sobre temas do Antigo Testamento, mas ficou conhecido pelo notável livro de 1977, O problema da transmissão do Pentateuco. O livro foi um estudo sobre a questão da origem do Pentateuco (a questão de como os cinco primeiros livros da bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, livro de Números e Deuteronômio - veio a ser escrito), e apareceu ao mesmo tempo que outros dois livros importantes, John Van Seters “Abraão história e Tradição” (1975), e Hans Heinrich Schmid “O chamado Yahwist (1976). Os três estudos, apareceram quase juntos, inaugurou uma discussão acalorada nos círculos acadêmicos sobre a validade do consenso então dominante sobre as origens do Pentateuco e a Hipótese documental.

A obra Antigo Testamento - uma introdução, de Rendtorff, vai ajudar a preencher uma lacuna na seleção de obras teológicas estrangeiras para o português. Isso porque esta obra está estruturada sobre uma nova concepção de pesquisa do antigo testamento, que começou a ganhar terreno no contexto da Europa e dos Estados Unidos e partir de meados da década de 1970. Trata-se do canonical aproach, isto é, do 'acesso canônico' aos textos antigo testamento. Diferente do que na pesquisa histórica - crítica tradicional europeia, esse acesso metodológico busca empunhar os textos a partir da versão final. No tratamento dos textos, isso significa que, em primeira linha, busca-se observar as estruturas composicionais de toda a obra do antigo Testamento, ou pelo menos de complexos composicionais mais abrangentes.

P. 505.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

336 - Morre Elisabeth Moltmann-Wendel, teóloga feminista esposa de Jürgen Moltmann


Elisabeth Moltmann-Wendel, morreu no dia 07-06-2016, aos 89 anos de idade, em Tübingen, na Alemanha.
Moltmann-Wendel foi uma importante personalidade da teologia feminista. Ela trabalhou intensa e profundamente a presença das mulheres no movimento de Jesus. Libertação das mulheres- Argumentos bíblicos e teológicos e Mulheres que acompanhavam Jesus, são alguns dos muitos títulos de livros publicados pela teóloga.
A teóloga alemã, é co-autora do livro, publicado em 1991, Palavras-chave da teologia feminista.
A teóloga era casada com Jürgen Moltmann, um dos maiores teólogos do século XX. Com ele, ela publicou o livro, em 1991, Como mulher e homem falar de Deus e em 1997, Moltmann-Wendel publicou a sua autobiografia Quem não cuida da Terra não pode alcançar o Céu.
A teóloga feminista, desde 1960, se ocupou com as imagens tradicionais de Deus e as práticas religiosas na Igreja e sempre questionando o papel da mulher. Ela igualmente questionou as concepções tradicionais da Ceia do Senhor que suscitou um grande debate no interior da Igreja Evangélica.
O presidente da Igreja Evangélica da Alemanha, Bispo Heinrich Bedford-Strohm, afirmou que “Moltmann-Wendel foi uma importante teóloga e lutadora por uma imagem de Deus onde tanto as mulheres como os homens pudessem novamente se encontrar como iguais”.

Fonte: 556569



quarta-feira, 13 de julho de 2016

335 - Johan Konings


Johan Konings é padre jesuíta nascido na Bélgica, professor titular da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Participou como perito na XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Roma, em 2008, com o tema A Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja. Filósofo e filólogo, concluiu o doutorado em Teologia na Universidade Católica de Louvaina, na Bélgica.

Alguns livros de Konings 


A Bíblia, sua origem e sua leitura

O livro traz informação básica e orientações fundamentais para a leitura da Bíblia. Objetivando a visão de conjunto, fornece ao leitor um referencial para o estudo aprofundado. O roteiro se desenvolve como uma viagem ao âmbito original da Bíblia, para, com esse conhecimento, voltar ao momento presente.
16x23
Pg. 280
Vozes



Ser cristão: Fé e prática

O livro apresenta uma visão sintética e atualizada daquilo que se espera que um cristão creia e viva. Cristãos e não cristãos encontram nesta obra uma descrição objetiva da religião. A perspectiva adotada é a católica, mas não se opõe à intenção ecumênica, pois mostra o que as grandes tradições cristãs têm em comum e contribui para o diálogo explicando a compreensão própria.
13x21
Pg. 136



Evangelho Segundo João - Amor e Fidelidade

Obra pertencente ao Comentário Bíblico Latino-americano – leitura bíblica na óptica das comunidades dos pobres na América Latina. Articulando a objetividade do estudo histórico literário com a “leitura na vida”, o autor mostra que o Evangelho de João é o livro da vida de uma comunidade perseguida por causa de sua fé em Jesus de Nazaré: a história do amor fiel até a morte vivido por Jesus é o espelho no qual a comunidade vê refletida sua própria experiência; o evangelista fala com a liberdade que lhe dá o Paráclito, que é o intérprete de Jesus, Palavra de deus em existência histórica.
p. 403
Loyola


Sinopse dos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas e da "Fonte Q"

O livro contém uma introdução à 'questão sinóptica' e às peculiaridades de cada evangelista. Além disso, apresenta esquemas comparativos de tópicos especiais e uma sinopse da 'Fonte dos ditos de Jesus', a chamada 'Quelle'(Q), integrada nos evangelhos de Mateus e Lucas e considerada o testemunho mais antigo da pregação de Jesus.
p. 340
Loyola




terça-feira, 12 de julho de 2016

334 - Coleção: Palimpsesto. João Leonel; José Luiz Izidoro; Júlio Zabatiero; Valtair Afonso Miranda.


Mateus, o evangelho
João Leonel

Entre as várias riquezas que leitora e leitor encontrarão neste trabalho, salientamos três. A primeira delas é a abrangência bibliográfica. Leonel é um ávido leitor, obstinado mesmo por Mateus. Termina-se a leitura com a sensação de um amplo voo, com questões e soluções que antes apenas suspeitávamos, com o olhar e sensibilidade mais aguçados. O segundo ponto a ser destacado é o cuidado e atenção com que Leonel aborda a literatura sobre Mateus produzida mais perto dele, e de nós, seus primeiros leitores. Nosso autor se sabe brasileiro e latino-americano. E sabe o quanto o chão que se pisa permite e condiciona o olhar e a leitura. Os últimos capítulos da obra apresentam aquilo que caracteriza as opções teóricas de Leonel, na forma de cuidadosos exercícios e indicações. Aqui falam alto tanto o pesquisador como o professor, na busca de esclarecer quem terá sido, do ponto de vista técnico, o contador de histórias que a tradição convencionou nomear como Mateus. Chega-se ao final da leitura com a sensação de que o Evangelho segundo Mateus se nos aparece mais luminoso, agudo e instigante. Ficamos agradecidos a Leonel por nos ajudar competentemente numa aproximação mais atenta e cuidadosa a este evangelho forjador de tanta história nos últimos dezenove séculos. Síntese ampla do que tem sido dito, abertura a novas possibilidades de leitura, eis o que nos agradaremos em encontrar nas páginas que se seguem.
Paulus
Pg. 160
13x21



Identidades e fronteiras étnicas no cristianismo da Galácia
José Luiz Izidoro

O autor se propõe a examinar a Carta aos Gálatas, como um esboço sobre o início do movimento cristão na perspectiva das culturas, das religiões, das etnias e das sociedades, em sua dinâmica de fluidez, diferenciação e interação, no que concerne à formação de identidades cristãs no interior do cristianismo paulino. Ao analisar trechos de Gálatas, identifica componentes teológicos e socioantropológicos que subjazem aos conflitos e tensões presentes nas Igrejas da Galácia. Nesses trechos, Paulo indicaria um novo ethos que se sustenta nas orientações éticas e teológicas cristãs, segundo as quais a unidade em Cristo Jesus se dá apesar das diferenças religiosas, étnicas e socioculturais. Isso gerou alternativas de relevância para que judeus, gentios, mulheres, homens, escravos e livres fossem inseridos no processo de formação das identidades.
Paulus
Pg. 176



Bíblia, literatura e linguagem
Júlio Paulo Tavares Zabatiero / João Leonel

Este é um livro que atrai: bem escrito, com o tema atual das aproximações teóricas entre os estudos bíblicos e os da linguagem, e pleno de análises bem-sucedidas. Nele estão reunidas as qualidades do trabalho acadêmico sério e erudito, ao mesmo tempo criativo, inovador e de leitura agradável. Dirige-se tanto aos estudiosos de teologia e ciências da religião quanto àqueles que se dedicam aos estudos literários, linguísticos e discursivos. E o faz com a segurança do conhecimento amadurecido nesses dois grandes campos do saber. A interdisciplinaridade alia pontos importantes das áreas relacionadas e confere criatividade ao tratamento do discurso religioso, com escrita e análises claras e atraentes. O estudo tematiza a leitura da Bíblia em diálogo com a teoria semiótica de Algirdas Julien Greimas, linguista lituano de origem russa, representando um esforço para ir além dos modos de ler o Livro Sagrado predominantes na modernidade e estabelecendo diálogo com a teoria literária e a teologia.
Pg. 240



Uma história cultural de Israel
Júlio Paulo Tavares Zabatiero

Uma história cultural de Israel oferece uma abordagem inovadora nos estudos historiográficos do antigo Israel. Utilizando-se de elementos teóricos da história cultural francesa e da pesquisa sobre as identidades, o livro relata os processos, mecanismos e conflitos na construção e transformação da identidade do antigo Israel, desde suas origens até o final do século I d.C. Além dos processos identitários, seu foco recai sobre os modos de organização sociopolítica e suas justificações teológicas no testemunho das Escrituras judaico-israelitas. Incorpora, ainda, em suas discussões, os debates mais recentes na pesquisa histórica sobre o antigo Israel, posicionando-se a respeito dos principais temas em debate na atualidade.
Pg. 296



O caminho do cordeiro Representação e construção de identidade no Apocalipse de João
Valtair Afonso Miranda

No primeiro capítulo deste livro, o autor se deterá em questões de suporte para o restante da obra. O texto do Apocalipse será relacionado à situação histórico-social das comunidades destinatárias, e questões como o papel da literatura na construção do mundo e na formação da identidade sectária também serão discutidas no capítulo inicial. O seguinte girará em torno da análise específica do episódio do Cordeiro e os 144 mil homens sobre o Monte Sião, concentrando esforços na compreensão de Apocalipse 14,1-5, com o auxílio de instrumentos de análise sincrônica, para entender a rede de tradições e intertextos presentes na passagem. Os dois momentos finais discutirão os elementos de identidade apontados no episódio de Apocalipse 14,1-5 e aplicados no Apocalipse como um todo, tanto a identidade relacionada com o contexto litúrgico quanto a identidade sectária que se manifestaria no cotidiano das relações com a sociedade e com outros grupos religiosos. Título inaugural da coleção “Palimpsesto”.
Pg. 200

Sinopse da Editora Paulus

David Rubens


333 - O memorial de Deus: História, memória e a experiência do divino no Antigo Israel Mark S. Smith


O livro de Mark Smith não é simplesmente um estudo sobre a história e a religião do Antigo Israel nem sobre a literatura da Bíblia Hebraica, mas uma complexa associação entre eles - sobre como a Bíblia escolheu recordar a história e como a religião de Israel possibilitou seu nascimento. Como Smith atrativamente argumenta, a formação do memorial é de fato a característica central do texto bíblico; e, num círculo amplo de discussões provocativas, ele nos permite ver os múltiplos caminhos nos quais os autores bíblicos esforçam-se para dar sentido ao passado e definir seu significado progresso.
Peter Machinist Universidade de Harvard

Sofisticado em sua análise, e com uma apresentação acessível, este livro é um brilhante contributo à história intelectual e cultura. Formada com o amplo conhecimento do autor sobre a literatura do Oriente Médio, a obra trata da complexa e fascinante história evolutiva da tradição e das crenças do Antigo Israel. Memorial deve ser uma leitura obrigatória para todos, leitores gerais e especialistas, que desejam entender como a memória coletiva e a amnésia trabalharam juntas para produzir o monoteísmo que se tornou o sinal de qualidade da escritura hebraica.
Carol Meyers Universidade de Duke.

Paulus
13x21
Pg. 264



Mark Stratton John Matthew Smith (nascido em 06 de dezembro de 1956), professor americano do Departamento de hebraico e Estudos Judaicos na Universidade de Nova York.









Tradução: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. parte do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.